sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Cúpula da Rocha – primeira mesquita islâmica – séc.VII


A Cúpula da Rocha é um dos nomes atribuídos à Mesquita de Omar, situada na Cidade Velha, em Jerusalém.
Segundo historiadores, sob as fundações da mesquita existe uma "rocha sagrada", que fica exactamente sob a cúpula da mesquita. Além do interesse religioso, a vistosa cúpula toda dourada é parte integrante da paisagem de Jerusalém e património da humanidade reconhecido pela UNESCO como interesse histórico, turística e arquitectónico.
A Cúpula da Rocha, actualmente da Mesquita de Omar, teria sido o lugar de partida da Al Miraaj (viagem aos céus realizada pelo profeta Maomé) e permanece hoje como um templo da fé islâmica.
A Cúpula da Rocha recebeu esse nome devido à grande rocha que protege no seu interior que foi usada em sacrifícios e constitui uma das razões pelas quais a cidade de Jerusalém é considerada Cidade Santa por várias religiões.
Segundo a tradição judaica, foi nessa rocha que Abraão preparou o sacrifício do seu filho Isaac a Deus e onde, mil anos antes de Cristo, o rei Salomão construiu o primeiro templo.

 Adaptado da Wikipédia

domingo, 30 de outubro de 2011

ARTE ISLÂMICA

No ano de 622, o profeta Maomé exilou-se (hégira) na cidade de Yatrib, hoje Medina  (Madinat al-Nabi, cidade do profeta). De lá, sob a orientação dos califas, sucessores do profeta, começou a rápida expansão do Islão para a Palestina, Síria, Pérsia, Índia, Ásia Menor, Norte da África e Península Ibérica.

De origem nómada, os muçulmanos demoraram algum tempo a estabelecer-se definitivamente e criar as bases de uma estética própria com a qual se identificassem.
Ao fazer isso, inevitavelmente absorveram traços estilísticos dos povos conquistados, que souberam adaptar muito bem ao seu modo de pensar e sentir, transformando-os em seus próprios sinais de identidade.
Foi assim que as cúpulas bizantinas coroaram as mesquitas, e os esplêndidos tapetes persas, combinados com os coloridos mosaicos, as decoraram.
Acima de tudo, a arte islâmica foi, desde seu início, conceptual e religiosa.
No âmbito sagrado evitaram a arte figurativa, concentrando-se no geométrico e abstracto, mais simbólico do que transcendental.
A representação figurativa era considerada uma má imitação de uma realidade fugaz e fictícia. Daí o emprego de formas a que chamamos arabescos, resultado da combinação de traços ornamentais com caligrafia.
Esta arte visava desempenhar duas funções: lembrar o verbo divino e alegrar a vista.
As letras lavradas na parede lembram a quem a contempla que se trata de uma obra feita para Deus.

Boas Vindas

No início de um novo ano lectivo, como professora da disciplina VIAGEM pela ARTE I na Universidade Sénior de Oeiras, dirijo-me a todos, apresentando o meu empenho em contribuir com o máximo de diligência para o interesse e eficiência das aulas.
Estas inserem-se num plano de acção que procurarei cumprir.
O seu esquema geral é o seguinte:

Solicito a todos os alunos a presença activa nas aulas e contributo para que o ano escolar decorra da melhor maneira.

Um bom ano lectivo para todos!

A professora Maria Fernanda Azevedo Pires

segunda-feira, 1 de agosto de 2011